quarta-feira, 1 de julho de 2015

PEIXES - SARRAJÃO

Pela primeira vez apanhei um Sarrajão e decidi investigar um pouco mais sobre este peixe.

  BONITO, Sarda sarda
Também conhecido por: Sarrajão, Serrajão, Serra e Bonito-do-Atlântico

Tamanho: 90 cm
peso: até 11 kg
idade: até 6 anos
profundidade: 0-50 m

     é frequentemente confundido com o atum, mas pertence à família dos escombrídeos e ao grupo de peixes ósseos. Vive sobre a plataforma continental sendo, por vezes, visto a entrar em estuários. Desloca-se em grandes cardumes em movimentos migratórios longos e rápidos. Surge diversas vezes próximo da superfície.
     A desova na época de verão é feita nas imediações da costa, mas em cardumes reduzidos. Fortemente explorado, dado o seu interesse comercial, o sarrajão, tem um apetite insaciável, o que faz dele um predador que devora com avidez pequenos peixes, incluindo membros da própria espécie, mas também lulas e camarões. Quando capturado, apresenta uma série de barras escuras verticáis em cada lado que depois vão desaparecendo. Estas riscas aparecem quando o sarrajão está a comer, e desaparecem quando pára de comer.
     De carne rosada, corpo esguio e cilíndrico, a fazer lembrar um fuso, tem duas barbatanas dorsais. Uma é mais curta e compacta, a outra prolonga-se em forma de leque. A pele tem matizes azuis no dorso que desvanecem nos flancos, onde surgem 5 a 10 listas oblíquas. A barriga apresenta um tom prateado.

     Encontrei tambem um documento em PDF no site da almargem,  que achei bastante interessante. Fala sobre os peixes da família dos escombrídeos, e podem fazer o download aqui: 
ATUNS E CAVALAS

_______________________________________________________________________________________
Bibliografia: Aimé Barroyer, Mário Cerdeira - Sabor aMar. 100% EDITORES, Lda. - janeiro 2011
                   www.oceanario.pt

DIA 4 - A DESFORRA


     Cheio de vontade de me desforrar de tanto peixe perdido no dia anterior, lá fui eu tentar a minha sorte pelo quarto dia consecutivo, e ultimo, porque para os próximos dias as previsões eram de nortada, por isso era de aproveitar.
     Quando cheguei ao pesqueiro fazia-se sentir uma brisa de NW que poderia dificultar um pouco a pesca, pois o peixe nos dias anteriores andava longe e com esta brisa podia ser dificil chegar lá. Mas tambem como o mar era menos, tinha a esperança que o peixe tivesse mais encostado. Ao fim de meia dúzia de lançamentos, ferro um. Era pequeno e veio completamente a reboque. Tinha 37 cm e decidi devolver, como que uma oferenda aos Deuses dos robalos para que pudesse ser recompensado. Só esperava era que essa recompensa fosse naquela noite.
     Mais uns lançamentos e ferro outro, era um bom peixe e deu bastante luta, mas como estava cheio de confiança não dei a minima abébia. Peixe em seco, e a minha oferenda já tinha valido a pena. Quando tirei o vinil reparei que estava engasgado com um carapau com cerca de um palmo, até a barriga rebentar estes bichos não se cansam de comer. Com a maré a encher, o peixe foi encostando e já não era preciso lançar para tão longe. Apanhei mais cinco robalos, embora dois tenham sido devolvidos, um que devia rondar a medida legal, o outro era um pouco maior que a amostra, e uma baila. A captura do maior de todos, e última, foi engraçada, parecia o jogo do gato e do rato. Lancei, a meio da recuperação senti um toque mas não ferrou. Deixei o vinil afundar e espera que voltasse a atacar, mas nada. Volto a lançar para o mesmo sítio, e volto a sentir um toque igual. Deixo o vinil afundar novamente, e nada. Lanço novamente, e pela terceira vez sinto o mesmo toque, mas desta vez ferrei. Estava dificl de ser enganado este.
     Com a desforra consumada, decidi ir para casa todo contente!

Ficha técnica 
Cana: shimano speedmaster 300H BX 20-50g
Carreto: shimano stradic fj 5000 
Multi: sufix 832 - 0.18 
Amostra: black minnow rosa (home made) 
Peso/Tamanho: 1.100 kg - 45cm, 1.080 kg - 46cm, 1.820 kg - 53cm, 2.000 kg - 57cm

     Foram quatro dias de pesca muito bons, sem nunca ter ido para casa de mãos a abanar. Só ficou a faltar um daqueles tarolos mas não me posso mesmo queixar. Ao todo foram 16 peixes, 12 robalos (3 devolvidos), 3 bailas e um sarrajão. Mais uma vez, a amostra vencedora foi a Black Minnow 120 - rosa, feita por mim. Uma autêntica matadora!! 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

DIA 3 - FESTIVAL DE ROBALOS PERDIDOS E TROLLING


     Terceiro dia clássico, terceira ida aos robalos. As condições mantinham-se iguais e lá fui eu mais uma vez noite dentro em busca dos labrax. Chegado ao pesqueiro nem perdi tempo e comecei logo a dar banho aos vinis. Meia hora passada e não tinha sinais deles. Continuei a insistir no mesmo spot pois estava com esperança que eles por lá andassem.
     Mudei o vinil para a cor dourado/vermelho, e pouco tempo depois tinha o primeiro ferrado, não era um peixe muito grande mas era bastante irrequieto, não que isso lhe tivesse valido de algo. Peixe em seco com facilidade. Lançamento seguinte para o mesmo sítio e nova ferragem. Este já dava mais luta, mas com paciência lá o consegui trazer para perto de terra. Quando me preparava para o içar, já com ele fora de água desferra-se e lá foi ele. Nem fiquei muito chateado porque a pesca ainda estava no início e a fezada era muita. Mais uns lançamentos e nova ferragem, a mesma história, já com ele fora de água pronto para vir para terra e... desferrou-se novamente. Já não estava a gostar da brincadeira, o vinil estava completamente rasgado e o novo peixe em fuga. Troquei de vinil mas mantive a mesma cor e... como não há duas sem três, nova desferragem já com o peixe fora de água quase a salvo. Nem estava a acreditar, três bons peixes seguidos desferrados mesmo quase em seco! Bem tentava perceber o que se passava mas não conseguia compreender.
     Sem desistir lá continuei na minha demanda e lá consegui pôr o segundo peixe em seco. Era do tamanho do primeiro, e já estava mesmo a ver que só me estavam destinados peixes daquele lote, todos os maiores queriam era ficar de molho. Lançamento bem lá para fora, e mal o vinil cai na água ZZZZZZZZZ, aí estava ele a cantar, era um bom tarolo, ainda consegui traze-lo um pouco para terra mas... PFFFF a linha partiu mesmo pela ponteira. Só me faltava mais esta, a cerâmica da ponteira estava estalada e cortou a linha. Percebi que com aquela cana não iria pescar mais e ainda estive para ir ao carro buscar a outra, mas aquele não era mesmo o meu dia e decidi ir dormir, até porque nessa manhã tinha combinado com o meu pai ir estrear o nosso barco com um trolling, e já não faltava muitas horas para a hora combinada.

Ficha técnica
Spinning 
Cana: Barros Stout Striker 3.30 - 20g-60g 
Carreto: shimano stradic fj 5000 
Multi: sufix 832 - 0.18 
Amostra: black minnow gold/red (home made) 
Peso/Tamanho: 0,910 (43cm), 0,820 (40cm)

     Depois de dormir umas três horas, lá estava eu de pé novamento para ir dar neles, mas desta vez de barco. Prefiro muito mais fazer spinning de terra, é uma adrenalina totalmente diferente, tem muito mais acção. Termos de fugir quando vem uma onda maior, levarmos uns banhos de vez em quando, ou termos de andar a correr durante a noite pelas pedras para conseguir tirar um peixe maior. Acho que quem tem a mesma paixão pelo spinning percebe bem do que estou a falar. Mas a verdade é que tudo o que seja enganar os nossos amigos com plásticos, cá estou eu para lhes tratar da saúde.
     O tempo estava fechado, com um nevoeiro que cada vez ia ficando mais serrado, e depois de umas voltas, sempre a olhar para a sonda em busca de alguma mancha que nos deixa-se em pulgas, lá ouvimos o carreto ZZZZZZ! Era um robalote que devia andar por lá perdido. Já tinhamos a estreia do barco feita. Mais umas voltas e nada, mudámos de sitio e demos voltas e mais voltas e nada. Quando já estavamos a caminho de casa, lá ouvimos novamente o cantar do carreto. Não parecia robalo, eram uns toques muito nervosos, pensámos logo que seria uma cavala ou um agulha, mas quando se aproximou do barco vimos que era um sarrajão. Ainda deu umas corridas e brinquei um bocado com ele, mas antes que fugisse, veio para bordo e demos por concluida a nossa primeira investida aos robalos no novo barco. Mal pus os pés em terra, já so pensava que logo á noite teria a desforra da noite anterior.
    
Trolling
Cana: barros stout Blue Attack 240
carreto: Tubertini ap power 6000
Multi: sufix 832 - 0.20
Amostra: Rapala X Rap deep10 s
Peso: 0,840
Tamanho: 41 cm  


CONTINUA...

sexta-feira, 26 de junho de 2015

DIA 2 - O MAIOR DO ANO


     Depois de na manhã anterior ter apanhado um bom peixe, e como as condições continuavam boas, decidi fazer nova investida pela calada da noite, e aproveitar para estrear a minha cana nova Barros stout striker 3.30. Comecei por bater um spot diferente do dia anterior, porque a maré ainda estava muito vazia para o pesqueiro. logo ao terceiro ou quarto lançamente sinto um pequeno toque seguido de ferragem, pelo bater nervoso da cana imaginei logo que fosse uma baila. bem dito e bem feito. A estreia da cana estava feita, apesar de não ser a estreia que procurava!
      continuo a dar neles mas sem sucesso, nem um toque sentia. Pensei que estaria na hora de voltar ao local do crime do dia anterior.
     Com a arma do costume, ao fim de uma duzia de lançamentos, ZZZZZZZZZZ..... lá estava o carreto a cantar e a cana toda vergada! Tinha ferrado bem lá fora, pelo bater e a força que fazia, dava para perceber que era um bom peixe. O pesqueiro em questão tem cerca de dois, três metros de altura e a única maneira de tirar o peixe é à vara, estava na hora de testar a cana. Ao içar o peixe pensei, "fogo páh, afinal não é assim tão grande", mas enganei-me, era peixe para ultrapassar os 2kg, so que a facilidade com que a cana aguentou o peixe, mais parecia um peixe de quilo. Estava aprovada e a verdadeira estreia feita.
      Mais uns lançamentos, e senti uma boa cabeçada mas não ferrou, continuei e ainda apanhei mais uma baila. Pouco depois e porque já se fazia tarde e a maré já estava muito cheia, decidi ir para casa porque amanha tambem era dia de ir a eles!
 
Tal como o do dia anterior, este peixe tinha a barriga completamente cheia, desta vez de pilado. Alguns ainda inteiros que deviam ter sido acabados de comer.

 CONTINUA...

Ficha técnica 
Cana: Barros Stout Striker 3.30 - 20g-60g 
Carreto: shimano stradic fj 5000 
Multi: sufix 832 - 0.18 
Amostra: black minnow rosa (home made) 
Peso: 2,320 kg
Tamanho: 57 cm 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

DIA 1 - O GULOSO!




     Depois de uma semana com vento em que não consegui ir pescar, lá surgiram umas boas previsões que se iriam manter durante toda a semana; sem vento, o mar na medida certa, e ainda por cima coincidia com a lua nova.
     Decidi voltar ao pesqueiro onde tinha apanhado o ultimo peixe para fazer o nascer do dia. Despertador para as 4h e lá vou eu a caminho de mais um dia de faina! lançamento para aqui, lançamento para ali, ora lança para perto, ora lança para longe, troca de amostra, não troca de amostra, e peixe nem vê-lo! Estava quase a ficar de dia e mesmo a ver que ia ser mais uma grade. Mas não, num lançamento com o vinil já praticamente aos meus pés, e já a preparar-me para o tirar da água, sinto um forte ataque que me leva alguma linha, mas de repente deixa de lutar e veio para terra literalmente a "reboque".


     Não era um peixe muito comprido mas estava bem gordo, e de barriga cheia. Talvez por isso tenha vendido bem barata a derrota! Continuei a fazer mais uns lançamentos, troquei de spot várias vezes, mas nada.
     Quando cheguei a casa medi e pesei o peixe, e reparo que era exactamente do mesmo tamanho do ultimo robalo que tinha apanhado, mas tinha quase mais 600g, e uma barriga completamente cheia de pequenos peixes e uns tentáculos de choco que não eram assim tão pequenos.


     Mesmo de barriga a abarrotar, arranjam sempre espaço para mais um bocadinho de comida, mesmo para ficar a rebolar!!


CONTINUA...


Ficha técnica 
Cana: shimano exage 3.30 - 50-100g 
Carreto: shimano stradic fj 5000 
Multi: sufix 832 - 0.18 
Amostra: black minnow jaune/blanc 
Peso: 1.685 kg
Tamanho: 47 cm 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

RECEITA #2 - Cataplana de Robalo

CATAPLANA DE ROBALO

INGREDIENTES                       

1 robalo                                             
1 cebola                                  
2 dentes de alho                     
1/4 pimento vermelho            
1/4 pimento verde
5 tomates maduros
3 rodelas de chouriço
1c. sopa polpa de tomate
q.b. vinho branco
q.b cerveja
1 folha de louro
1 molho de coentros
1 raminho de poejos
Opcional: camarão, ameijoas, mexilhoes etc.



      limpar bem o robalo e escamar, eu costumo filetar o robalo e aproveitar a cabeça e as espinhas para fazer uma sopa ou um caldo de peixe.
     fazer um refugado com um pouco de azeite, as cebola as rodelas, o alho laminado, o pimento as tiras e o chouriço. deixar alourar um pouco e acrescentar os talos dos coentros picados, a polpa de tomate, a folha de louro e envolve-se tudo. acrescenta-se o tomate aos cubos, sal e pimenta, e deixa-se refogar por mais 5 minutos. Junta-se o vinho e a cerveja e aumenta-se o lume para evaporar bem o alcool,  quando deixar de deitar vapor, tapar e baixar o lume. Deixar apurar entre 10/15 minutos (ou um pouco mais para ficar bem apuradinho).
     A base da cataplana está pronta para receber o peixe e os mariscos. Este é o passo principal para que a cataplana fique no ponto. O peixe, os camarões e os bivalves tem tempos de cozeduras diferentes, e para que todos fiquem no ponto não podem ser colocados ao mesmo tempo.
     Primeiro ponho o peixe, tapo e deixo cozinhar em lume baixo aproximadamente 4/5minutos,  depois acrescento os camarões, tapo mais 2 minutos e por fim acrescento os bivalves, volto a tapar e aumento o lume, assim que levantar fervura desligo o lume e deixo repousar uns minutos. Acrescento os coentros picados grosseiramente e umas folhas de poejo para dar uma certa frescura. Está pronto a servir. É maravilhoso quando se abre uma cataplana à mesa e os seus aromas invadem a mesma (até já estou com água na boca). Costumo acompanhar esta cataplana com arroz basmati, ou um agulha bem soltinho.

NOTA: Não costumo adicionar picante porque cá em casa há quem não seja fã, costumo acrescentar depois no prato. Mas fica sempre bem umas malaguetas para realçar todos os sabores da cataplana.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

CONCERTO NA ALEMANHA, ROBALO NO SÍTIO DO COSTUME!


     Depois de uma viagem cansativa até a Alemanha para tocar, com ida no sábado de manhã e regresso no domigo tambem de manhã, decidi aproveitei bem o domingo para domingar e ficar na ronha o dia inteiro. Já farto de estar em casa sem fazer nada e sabendo que as condições do mar poderiam estar boas, decidi, depois do jantar e aproveitando a maré vazia, fazer uma investida aos nossos amigos.
     Chegado ao spot (que no ano passado me deu muitas alegrias mas que este ano ainda nem uma escama tinha visto), as condições eram bem boas, embora o mar estivesse um pouco pequeno para o meu gosto mas ainda assim fazia umas boas espumas. Faço o primeiro lancamento para uma coroa de areia bem lá fora, ainda nem a linha tinha esticado bem e já tinha o primeiro ferrado. Um ataque tímido que chegou a ser confundido com o vinil a rolar nas pedras, mas era mesmo peixe, tal como o ataque tímido tambem a sua lutar pela sobrevivência foi timida. peixe em seco com facilidade, pensei logo que tinha dado com eles e que iria ser uma noite bem animada. Pensamento errado. Devia ser o único, que tal como eu, tinha saido à rua num domingo à noite para tentar a sua sorte. Mas teve azar. mais duas horas a fazer lançamentos e nem mais um toque. já se fazia tarde e decidi ir para casa. Fim de semana em cheio, comecou com concerto no sábado e acabou com um robalinho no domingo! "Não há vida como a do campo!!"
    
Richie Campbell & The 911 Band @ Dortmund - Alemanha


Ficha técnica 
Cana: shimano exage 3.30 - 50-100g 
Carreto: shimano stradic fj 5000 
Multi: sufix 832 - 0.18 
Amostra: black minnow (home made) rosa 
Peso: 1.105kg
Tamanho: 47 cm

terça-feira, 26 de maio de 2015

RECEITA #1 - Robalo ao sal

     Outra das minhas grandes paixões é a gastronomia, adoro comer e adoro ainda mais cozinhar. E se for eu a apanhar o peixe para cozinhar ainda melhor, sei que mais fesquinho não pode haver. Por isso decidi partilhar com todos vocês algumas maneiras de como costumo confeccionar o robalo.


ROBALO AO SAL

 INGREDIENTES
1 robalo
2 kg de sal grosso (ou o suficiente para cubrir o    peixe na totalidade)
4 claras de ovo
1 molho de ervas aromaticas ( coentros, funcho, erva principe, tomilho, cebolinho, salsa etc. )

 ............................................................................

Dicas: 25 minutos no forno a 175º por cada kg de peixe (pode variar um pouco consoante o forno).


limpar bem o robalo mas sem escamar, reservar. Pré-aquecer o forno a 175º. Juntar as claras ao sal e envolver bem até que o sal fique húmido por igual. No tabuleiro de ir ao forno, fazer uma cama para deitar o robalo. Rechear a barriga com ervas aromáticas a gosto, eu costumo rechear com coentros, erva principe ( que dá um toque alimonado), e uma haste de tomilho, Depois tapa-se bem o peixe sem que fique nenhuma parte a descoberto, e prensa-se ligeiramente para que o sal fique compacto. levar ao forno, e quando estiver pronto, com a ajuda de uma faca partir o sal e separar do peixe. É uma das minhas maneiras preferidas de comer peixe. 





sexta-feira, 22 de maio de 2015

Perdido numa manhã de vento

     Mais uma voltinha, mais um robalinho!
     E foi assim mais uma manhã de spinning, com muito vento e o mar demasiado grande para os pesqueiros onde costumo ir. No meio de tanta turbulência lá consegui enganar mais um labrax, quando já me preparava para vir embora um perdido no meio do oceano veio ao meu encontro, não me fiz rugado e logo a noite já tenho jantar.



ficha técnica
cana: shimano exage 3.30 - 50-100g
carreto: shimano stradic fj 5000
multi: sufix 832 - 0.18
amostra: black minnow (home made) cor de rosa
peso: 1.110kg